3. O homem das duas plantações: a prova da riqueza

Depois vem a história do homem com dois jardins. Ele tinha abundância, produção, prestígio e segurança material. O problema não era possuir bens; o problema era ser possuído por eles. Ele entra no jardim com arrogância, esquece que tudo depende de Allah e começa a falar como se sua prosperidade fosse permanente.

A resposta do companheiro crente é teológica. Ele o lembra da criação, da dependência humana e da frase que deveria ter sido dita: “Mā shā’ Allāh, lā quwwata illā billāh”, ou seja, “O que Allah quer acontece; não há força senão por Allah”.

O ensinamento é que a riqueza sem gratidão vira ilusão. A sura não condena propriedade, trabalho ou beleza material. Ela condena kibr, arrogância, e ghaflah, esquecimento de Allah.