5. Dhū al-Qarnayn: a prova do poder

A quarta grande narrativa é Dhū al-Qarnayn. Ele recebe autoridade, meios e capacidade de ação. Mas, diferente do homem dos jardins, ele não se enxerga como dono absoluto do poder. Ele governa com justiça, pune a opressão, recompensa o bem e ajuda povos vulneráveis.

Na construção da barreira contra Ya’jūj e Ma’jūj, ele aceita colaborar com o povo, mas atribui o sucesso a Allah. O significado é de que o poder correto não é vaidade; é serviço, justiça e responsabilidade perante Allah.

Essa parte responde à fitnah da autoridade. Quem tem poder pode se corromper pela tirania, pela autopromoção ou pela falsa sensação de controle. Dhū al-Qarnayn mostra o contrário, o domínio com humildade, ação com justiça, competência com tawḥīd.